Publicado por: Joel em: Abril 15, 2007
No bairro da Restinga, na periferia de Porto Alegre, está sendo testado um dos únicos terminais de atendimento brasileiros que têm acesso à Internet através de um fio ligado diretamente na tomada. Um aparelho converte o sinal de internet para a rede elétrica, que depois é reconvertido por outra máquina, similar a um modem. A tecnologia está sendo apresentada no fisl 8.0 (Feira Internacional do Software Livre).
“Uma das vantagens de transmitir dados pela rede elétrica é que 98% das residências do Brasil têm acesso”, explica Luis Cunha, assessor de Relações Institucionais da Procempa, que coordena o projeto. “Pegamos um bairro afastado, que tem 120 mil habitantes. Apesar disso, não há cabeamento para Internet rápida, porque não daria lucro. Puxamos um cabo de fibra ótica até lá e acoplamos na rede elétrica. Tem até fila para usar agora”, conta.
Cirano Iochpe, também assessor de Projetos Especiais da Procempa diz que não há intenção comercial ainda. “No início, pelo menos, não queremos competir com os provedores normais, apenas levar acesso a programas sociais, como telecentros e centros de saúde”. A rede elétrica, diz Cunha, ainda não foi pensada como modelo de negócio.
oi tchau até o ano q vem
Abril 17, 2007 às Terça-feira, Abril 17, 2007
Opa … Primeiramente queria deixar um grande abraço para o Adriano. Pois se eu não comentar ele não acredita que eu entrei … hehehehe
Segundo … No segundo semestre do ano passado, eu estudei com um japones gente boa que trabalha na DLink. E a função dele lá era exatamente teste. E ele havia me comentado desta nova tecnologia que poderia ser adotada nos próximos meses. Realmente é uma ótima tecnologia e sem dúvida irá facilitar muito a vida de muita gente. Sabia que uma rede montada por esta tecnologia vc trabalha com a velocidade de 80 ou 90 kbps, contra 100 kbps dos cabos normais e 56 Kbps de Wifi.
Desculpe se disse algum dado errado, pois é o que eu tenho de cabeça. Não lembro muito bem.
Mas nesta tecnologia existe um porém, para você conectar uma estação ou note neste tipo de rede, é necessário um aparelho conversor. Não me lembro, na época não era algo muito barato. E ainda por cima imagina no caso de uma empresa com 100 ou 200 estações.
É algo para se pensar!
Um grande abraço Adriano e Amigos! E mais uma vez desculpe se escrevi alguma besteira pois faz tempo não mexo com rede e confesso estar por fora.